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Pequim critica posição comercial dos EUA

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Pequim critica posição comercial dos EUA

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O aperto de mão entre Barack Obama e o homólogo chinês, em Novembro, transformou-se num verdadeiro braço-de-ferro entre a primeira e a terceira potência mundial.

Pequim disse esta quinta-feira a Washington que a sua política cambial não é responsável pelo défice norte-americano.

O porta-voz da diplomacia chinesa defendeu os benefícios das relações comerciais entre os dois países e frisou que “acusações e pressões não ajudam a resolver os problemas”.

Uma resposta ao presidente norte-americano que anunciou um endurecimento da política comercial com a China.

Obama disse, esta quarta-feira, que “uma das dificuldades que é preciso atender, no plano internacional, é o mercado de divisas e a maneira como ele se ajusta, de forma a evitar que os preços dos bens norte-americanos sejam aumentados artificialmente e que os dos bens de outras nações sejam reduzidos artificialmente”.

A balança comercial é apenas a última gota de um mar de problemas que passa pelo encontro anunciado entre o Dalai Lama e Obama, a liberdade da internet na China ou o contrato militar entre Washington e Taiwan.

Pequim anunciou sanções a empresas norte-americanas com envolvimento na venda de 6400 milhões de dólares em armas a Taipé.