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Dirigentes do G7 reúnem-se no Canadá

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Dirigentes do G7 reúnem-se no Canadá

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Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais do G7 reúnem-se em Iqaluit, no norte do Canadá.

O prato principal do menu era a regulação financeira mundial, mas o apetite do encontro aumentou com a queda dos mercados bolsistas na quinta-feira. Em causa, as dúvidas quanto à viabilidade do défice público de alguns países europeus, como Portugal, Grécia e Espanha.

Além das sete nações mais industrializadas, participam no encontro delegações do Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Comissão europeia.

O anfitrião do encontro, o ministro canadiano das Finanças, alertou para a necessidade de se estar
“atento ao potencial fracasso das economias internas, à persistência de alguns activos tóxicos e a alguns bancos. São questões que se mantêm”, afirmou.

Todos foram convidados a pronunciar-se abertamente e a quebrar o gelo sobre os problemas financeiros mundiais. Mas a utilidade do G7 suscita cada vez mais dúvidas face ao aumento da importância da China e à consagração do G20.

Apesar dos 15 graus negativos em Iqaluit, a dois mil quilómetros de Montreal, os líderes do G7 mostram uma atitude positiva, mas cautelosa sobre a situação financeira mundial.

O encontro decorre na região mais afectada pela proibição da importação de produtos de foca, imposta em Maio de 2009 pela União Europeia. No programa deste sábado, serão servidas iguarias tradicionais, incluindo pratos de carne de foca crua.