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Grécia abre os braços à Europa

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Grécia abre os braços à Europa

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Apesar do plano de austeridade anunciado pelo executivo de Atenas, o primeiro-ministro Giorgios Papandreou sabe que uma ajuda externa facilitaria a aplicação das medidas de redução do défice, que actualmente representa 12,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Atenas pretende reduzir o défice em 4% este ano para 8,7%, em 3% para 5,7%, em 2011, e em 2,8% em 2012 para se fixar abaixo dos 3% previstos no Pacto de Estabilidade e Crescimento.

A Grécia, por intermédio do seu ministro das Finanças George Papaconstatinou, comprometeu-se a resolver a crise orçamental sem recorrer ao Fundo Monetário Internacional.

Em troca os dirigentes dos Vinte e Sete deverão manifestar um apoio claro a Atenas no Conselho Europeu extraordinário agendado para amanhã.

A Alemanha já disse mesmo estar disponível para liderar um plano europeu de defesa contra a crise desencadeada pela elevada dívida grega.