Última hora

Última hora

A fuga para o Paquistão

Em leitura:

A fuga para o Paquistão

Tamanho do texto Aa Aa

Esta manhã, em conferência de Imprensa, o ministro afegão da Defesa tentava esclarecer a situação no sul do país.

Abdul Rahim Wardak explicava que “os soldados têm encontrado pouca resistência”, a maioria dos rebeldes terá abandonado a região, mas os comandos militares têm esperança de poder capturar algumas centenas.

No entanto, acrescenta o ministro, “é preciso avançar muito devagar par limpar a área onde ficaram bombas e muitas minas”.

A guerra no sul do país está a provocar o êxodo das populações. Muitas pessoas procuram refúgio no vizinho Paquistão, onde o ambiente é de grande cepticismo quanto a esta operação.

Em Peshawar, as pessoas receiam que esta ofensiva militar transporte a violência para o lado paquistanês da fronteira. A cidade foi alvo de vários atentados à bomba nos últimos dias, perpetrados por grupos ligados aos talibã.

As populações não estão tranquilas:
“isto vai ter um impacto muito negativo no Paquistão e o terrorismo vai aumentar”, afirma um cidadão da cidade.

Mas a NATO e as forças afegãs estão dispostas a bater-se pela estabilidade no Afeganistão.