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Ofensiva militar em Marjah deve terminar em Março

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Ofensiva militar em Marjah deve terminar em Março

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Cerca de quatro semanas. É o tempo que as tropas da NATO e afegãs acreditam ser necessário para garantir a segurança em Marjah, no sul do Afeganistão. Em dois dias de ofensiva militar são já visíveis os progressos no terreno.

A resistência é simbólica e os militares ocupam, agora, a região. Um reduto talibã onde se instalou a cultura do ópio.

No terreno estão 15 mil soldados, naquela que é considerada a maior ofensiva desde 2001.

A operação com o nome de código Mushtarak visa devolver o controlo da província ao governo afegão.

Um responsável norte-americano garante que os talibã abandonaram a capital do ópio onde eram, também, fabricadas as bombas artesanais. Os soldados, adianta, estão agora a abrir caminho para limpar toda a área.

Uma grande parte da população abandonou, entretanto, Marjah. Os que ficaram foram aconselhados a não sair de casa. Ainda, assim, até ao momento há registo de uma dezena de vítimas mortais entre os civis.

Desde o início da ofensiva foram mortos 27 insurgentes e cinco soldados da Força Internacional da NATO.

Os Estados Unidos fazem um balanço positivo da primeira fase da operação, sob as rédeas de Cabul.

O chefe do Estado-Maior General norte-americano
refere que a operação está a ser levada a cabo em parceria, mas sob comando afegão, o que representa uma viragem de liderança.

Estas imagens tiradas a partir de um avião britânico podem ficar para a história. Captaram a chegada dos primeiros helicópteros a Marjah para o início da ofensiva. Mas a eficácia da operação é um capítulo, que continua em aberto.