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Malária com 3000 anos

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Malária com 3000 anos

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Dois anos de estudo serviram para descobrir um mistério… com 3000 anos! O jovem faraó Tutankamon, falecido em 1324 AC, foi vitimado pela malária, associada a uma doença óssea.

A conclusão consta de um estudo paleogenético, feito pelos arqueólogos do Supremo Conselho de Antiguidades do Cairo. Os resultados estão agora publicados na revista científica, Jama.

Um estudo dirigido por Zahi Hawass: “Em 2005, eu descobri que ele tinha uma deformação… sofreu uma fractura, na perna esquerda. Pode ter tido um acidente, algumas horas antes de morrer. Ele morreu de uma grave malária. Podemos realmente dizer, pela primeira vez, que descobrimos o mistério da família do menino de ouro, o Rei Tut”.

São as análises do ADN e a comparação fisionómica que permitem concluir que ele é filho do faraó, Akenaton, casado com a rainha Néfertiti.

Mas trata-se, presumidamente, de um filho extra-matrimonial. A mãe pode ser uma, por enquanto, desconhecida múmia, identificada apenas pela nomenclatura, KV35YL