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Roubo de identidades no assassinato de chefe do Hamas

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Roubo de identidades no assassinato de chefe do Hamas

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Adensa-se o mistério à volta do assassinato de Mahmoud Al-Mabhouh. O chefe operacional do Hamas foi assassinado no Dubai, em Janeiro. Depois de um vídeo, onde se vêem os alegados suspeitos, agora foi a vez de serem publicadas fotografias.

Mas a maioria das pessoas alegadamente implicadas garante não ter nada a ver com o caso. Ter-se-á tratado de um roubo de identidade, dizem. Paris, Londres ou Dublin já confirmaram que os passaportes em causa foram falsificados.

Suspeita-se cada vez da implicação de Israel. Gad Shimron, antigo agente da Mossad, diz não ter a “certeza que tenha sido uma operação puramente israelita.” E acrescenta: “Não vou ficar surpreendido se, dentro de 20 ou 30 anos, quando os arquivos forem abertos, se ficar a saber que esta operação foi internacional, talvez mesmo com o apoio dos serviços secretos de certos países ocidentais.”

Para já, Israel não fez qualquer comentários às acusações que pesam sobre si.

Mahmoud Al-Mabhouh, chefe operacional do Hamas, foi assassinado no Dubai, no passado dia 20 de Janeiro.