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Trabalhadores da Total prosseguem greve por tempo indeterminado

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Trabalhadores da Total prosseguem greve por tempo indeterminado

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Os trabalhadores da Total vão continuar a greve por um tempo indeterminado.
 
O movimento de protesto nacional nas seis refinarias do grupo francês começou na quarta-feira.
 
Os trabalhadores opõem-se ao encerramento da refinaria de Dunkerque, no norte do país.
 
Um líder sindical faz o ponto da situação.
 
“Nos últimos dois dias, as seis refinarias não forneceram nem sequer uma gota de petróleo às estações de serviço. Para mostrar a nossa determinação ao governo e ao grupo total decidimos ir até à fase final, ou seja, vamos interromper totalmente a produção”, adverte Charles Foulard da CGT.
 
Os sindicatos querem mobilizar todo o sector. A CGT convida os trabalhadores da Exxon Mobil a juntarem-se ao protesto.
 
Um automobilista afirma que “há pessoas que não estão contentes” mas diz que as greves em França são “uma doença” e que “os grevistas tomam as pessoas como reféns, o que  não tem o efeito desejado”.
 
A curto prazo, não deverá haver falta de combustível. Segundo a União Francesa das indústrias petrolíferas, o país tem reservas para um período de dez a vinte dias.