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Afeganistão provoca queda do governo holandês

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Afeganistão provoca queda do governo holandês

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O Afeganistão levou à queda do governo holandês.
A coligação no poder há três anos chegou ao fim este sábado. No centro da discórdia, a manutenção da força holandesa no Afeganistão.
A maratona negocial entre democratas-cristãos, trabalhistas e união cristã durou mais de quinze horas. A reunião terminou sem acordo.
O contingente holandês, de 2000 efectivos, está baseado na região de Uruzgan.
Os democratas cristãos, do primeiro-ministro, Jan Peter Balkenende queriam prolongar a missão até Agosto de 2011, reduzindo o número de soldados.
Um cenário rejeitado pela esquerda. O vice-primeiro-ministro trabalhista, Wouter Bos, disse que o último soldado holandês deve sair até ao fim do ano, conforme o compromisso assumido anteriormente.
As legislativas antecipadas deverão ter lugar em meados de 2010.
Segundo as sondagens, serão precisos cinco partidos para conseguir formar governo. Um cenário que favorece a extrema-direita. Os analistas não descartam a possibilidade de o partido da liberdade liderado pelo controverso Geert Wilders se tornar na primeira força política do parlamento.