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Regresso da calma ao Niger

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Regresso da calma ao Niger

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Um dia depois do golpe de estado, o Niger parece viver em tranquilidade.

Os partidos da oposição estão a convocar manifestações de apoio à junta militar, liderada por Salon Djibo.

Há notícia de três mortos, durante os confrontos de quinta-feira, entre os rebeldes e as forças leais ao governo.

A Junta Militar, que adoptou a designação de Supremo Conselho para a Restauração Democrática, convocou já os secretários-gerais dos ministérios, para que a administração pública retome a actividade.

O porta-voz dos revoltosos garantiu que o presidente deposto, Mamadou Tandja, está bem e a ser seguido pelo seu médico assistente.

As fronteiras foram reabertas, foi levantado o recolher obrigatório e criado um conselho consultivo.

A condenação do golpe veio sobretudo de instâncias internacionais. Por exemplo, a União Africana suspendeu o país e exigiu o regresso à via democratico-constitucional.

Um desejo também manifestado pela União Europeia, ONU e África do Sul.