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Locais santos judaicos na Cisjordânia no centro da discórdia

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Locais santos judaicos na Cisjordânia no centro da discórdia

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O exército israelita foi obrigado a evacuar à força uma sinagoga em Jericó, na Cisjordânia, depois de cinquenta colonos judeus e activistas ultra-nacionalistas terem entrado ilegalmente no local para rezar.

Os israelitas precisam de pedir uma autorização especial para aceder ao local, no território palestiniano ocupado.

A Cisjordânia centrou atenções este domingo, depois de Telavive ter anunciado que pretende incluir dois locais sagrados localizados em Belém e em Hebron numa lista de património histórico de Israel.

Trata-se da tumba da matriarca bíblica Rachel, situada num enclave israelita da cidade palestiniana de Belém, e da Tumba dos Patriarcas, que se encontra num local santo também muçulmano.

O anúncio foi feito numa reunião especial em Tel Hai – palco histórico de batalhas entre judeus e árabes.

O reformista palestiniano Mustafa Barghouti diz que “não é nada mais do que uma declaração de Israel de que vai impor factos sobre o terreno, anexar território e impedir qualquer possibilidade para uma paz real”.

O presidente da Autoridade Palestiniana está em Paris. Mahmud Abbas foi recebido pelo chefe da diplomacia francesa, que sugeriu o reconhecimento de um Estado palestiniano, mesmo sem acordo com Israel. Hoje, Abbas encontra o presidente Nicolas Sarkozy.