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Lufthansa enfrenta a maior greve da história da companhia

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Lufthansa enfrenta a maior greve da história da companhia

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Os pilotos da Lufthansa iniciaram à meia-noite de segunda-feira, uma greve de quatro dias.

A administração da companhia aérea alemã tentou até à última hora evitar a paralisação, anunciando que daria garantias de postos de trabalho aos pilotos até 2012 ou por maior período.

Uma proposta recusada pelo sindicato alemão de pilotos.

“Infelizmente, os directores da companhia não estão propriamente disponíveis para negociar connosco e sem condições prévias não vamos chegar a acordo.”

A classe luta por um aumento salarial superior a 6% e teme pelo desemprego causado pela aposta em filiais estrangeiras que oferecem um nível de remuneração mais baixo.

A Lufthansa defende-se: “Nós nunca abandonámos a mesa de negociações. Pedimos ao sindicato para voltar atrás para tentarmos chegar a uma negociação salarial de acordo com a realidade. É uma infâmia o que a união dos pilotos atribui à Lufthansa na deslocação de postos de trabalho para outros países. Este não é caso.”

Mais de 4 mil pilotos cumprem a jornada de greve, a maior de que há memória na companhia. O custo desta paralisação está calculado em cerca de 100 milhões de euros.