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Lista de Património israelita despoleta fúria muçulmana

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Lista de Património israelita despoleta fúria muçulmana

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“Brincar com o fogo” – desta forma a imprensa israelita classificou a decisão do Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de incluir dois lugares sagrados da Cisjordânia ocupada na lista de património histórico de Israel. Os Estados Unidos consideram-na uma “provocação”.

Há cinco dias que os palestinianos em Hebron se manifestam. O mundo muçulmano junta-se a esta contestação. Milhares de pessoas em Gaza participaram numa marcha em protesto.

A polícia teve de intervir. Foram feitas várias detenções.

A lista de património inclui o Túmulo dos Patriarcas, precisamente em Hebron, e o Túmulo de Raquel, em Jerusalém.

O primeiro-ministro palestiniano, Salam Fayyad, afirmou que “esta mesquita, em Hebron,, Bruin, Jerusalém Leste – são partes inseparáveis das terras palestinianas, ocupadas em 1967”.

A lista inclui 150 locais ou construções ligadas aos judeus ou ao movimento sionista. Os dois túmulos em questão estão em território que os palestinianos querem que faça parte de um Estado independente.

Quatrocentos colonos judeus vivem nessa região, em autênticos enclaves com segurança reforçada, rodeados por 150 mil palestinianos.