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Uma semana antes dos óscares, o melhor cinema francês foi consagrado, este sábado, com a entrega dos césares, 2010.

Uma noite inesquecível para Jacques Audiard

Geraid Depardieu, o mestre da cerimónia, anunciou o nome de uma amiga, como vencedora do césar para a melhor atriz:
Isabelle Adjani, 54 anos, cinco césares já conquistados.

Desta vez, pelo desemprenho em “La Journée de la Jupe”. Ela dá corpo a uma professora, num bairro problemático.

Diz que foi o mais modesto papel da sua carreira, este, num filme de Jean-Paul Lilienfeld que, nesta altura, já foi visto por um milhão de 200 mil espectadores.

O prémio de carreira foi para o norte-americano Harrison Ford. Levou o César de Honra, que premeia uma vida bonita, como ele disse:

“Eu venho de muito longe, tem sido um tempo muito feliz, trabalhei com pessoas extraordinárias, tive oportunidades extraordinárias, fiz grandes amigos, tive um grande trabalho, uma vida muito bonita”.

O grande vencedor foi Jacques Audiard. O seu filme, “O Profeta”, foi premiado com nove césares. Melhor filme, melhor realizador. Mas também o melhor actor e a revelação masculina, os dois, para Thar Rahi, de 28 anos.

Ele foi o protagonista do drama que retrata o universo prisional.

O jovem que ele interpreta chegou à cadeia sem família, sem carácter, iletrado.

Tudo indicava que se tornaria vítima, naquele mundo de excluídos.

Mas adaptou-se rapidamente, para conseguir sobreviver, num mundo onde a vida humana é tudo o que há de mais barato. De ingénuo, tornou-se num temível malfeitor.

Houve também um momento político. Jacques Audiard aproveitou a presença do ministro da Cultura, Frédéric Miterrand, para reclamar mais diálogo do governo, para resolver o problema dos imigrantes indocumentados.

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