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Ajuda ao Chile começa a organizar-se

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Ajuda ao Chile começa a organizar-se

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No Chile, a ajuda humanitária começa a organizar-se, uma semana depois do sismo e do tsunami que abalaram o país. Mas os militares mantêm uma forte presença nas ruas das principais cidades afectadas, tentando assim evitar as pilhagens dos primeiros dias.

O balanço das vítimas mortais estima-se em mais de 800, mas o número exacto continua impossível de determinar. Vários corpos talvez nunca venham a ser encontrados.

Ontem, a presidente cessante, Michele Bachelet, recebeu o secretário-geral das Nações Unidas. Ban Ki-moon prometeu dez milhões de dólares de ajuda e afirmou que é preciso que, agora, o Chile se “prepare por forma a evitar novos desastres deste tipo. A promoção de estruturas que reduzam o risco de desastres é uma prioridade das Nações Unidas.” E acrescentou: “Espero podermos continuar a trabalhar em conjunto nesse sentido.”

Mas a ajuda não vem só das Nações Unidas. A televisão chilena organizou um grande programa de recolha de fundos. Um “teledom” que contou com a participação de várias celebridades e a presença, no público, entre outros, do presidente eleito. Sebastian Piñera toma posse na próxima semana e tem pela frente a reconstrução do país.