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Iraquianos acudiram às urnas apesar dos ataques que fizeram 38 mortos

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Iraquianos acudiram às urnas apesar dos ataques que fizeram 38 mortos

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No Iraque, contam-se os votos num processo eleitoral que só deverá estar concluído dentro de várias semanas.

Os primeiros resultados parciais das legislativas deste Domingo só serão conhecidos dentro de vários dias e os números finais deverão tardar.

A comunidade internacional saudou o escrutínio, classificado como “bastante transparente” pelo representante especial das Nações Unidas no Iraque.

O primeiro-ministro Nouri Al-Maliki, que procura a reeleição com a sua “Aliança para o Estado de Direito”, disse que o dia representou “um falhanço para o terrorismo e uma vitória para a vontade do povo”.

A taxa de participação entre os 19 milhões de eleitores ainda não é conhecida. No entanto, os responsáveis locais dizem que as regiões sunitas que boicotaram o escrutínio de 2005 tiveram uma participação superior às províncias xiitas.

Os iraquianos não parecem ter sucumbido às ameaças feitas pela Al-Qaida.

A violência marcou, mesmo assim, a jornada eleitoral e os projécteis caíram sobre Bagdade desde a abertura das urnas. Os ataques saldaram-se em pelo menos 38 mortos e mais de 110 feridos em todo o país.