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China e Índia a caminho de Copenhaga

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China e Índia a caminho de Copenhaga

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Depois da Índia, agora é a vez da China – um dos maiores poluidores do planeta vai também assinar o acordo de Copenhaga, após muitas hesitações.

Há um mês, a China tinha dito que estava a “reexaminar” o processo. E no léxico da diplomacia chinesa, a expressão “reexame” signfica, normalmente, uma correcção da posição inicial.

O anúncio foi feito pelo chefe da delegação chinesa a Copenhaga, Su Wei.

O acordo de Copenhaga, rubricado por mais de 100 países, foi cosiderado pouco ambicioso.

Partindo da previsão de um aumento da temperatura média de dois graus, até 2050, os países mais industrializados assumem o compromisso de, até 2020, contribuirem com 70 mil milhões de dólares, por ano, para um fundo ambiental.

Um fundo que irá financiar a modermização da industria das subpotências económicas.

Também esta quinta-feira, o ministro do Ambiente da Índia comunicou ao parlamento que o seu país vai igualmente subscrever o acordo.

Esta revisão de posições, por parte de Pequim e Nova Dehli, vem aumentar as expectativas para a cimeira de Cancún, no México, marcada para o final do ano.

A Rússia é o único dos grandes emissores de gás que ainda não clarificou a sua posição.