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Ashton pede unidade europeia para política externa

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Ashton pede unidade europeia para política externa

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É hora de os Vinte e Sete trabalharem em conjunto para não perderem mais influência internacional. O apelo é da chefe da diplomacia europeia que apresentou ao Parlamento Europeu o programa de trabalho para os próximos cinco anos.

Catherine Ashton recordou: “Há uma enorme vontade para que a União Europeia assuma um papel mundial. Temos de estar seguros que correspondemos a essas expectativas. O Tratado de Lisboa dá-nos essa possibilidade. Devemos agir em conformidade com o espírito do Tratado, recordando, em primeiro lugar, as ideais que estiveram na base da negociação do texto”.

Catherine Ashton está a criar o Serviço de Acção Externa, um dos pilares da União para ganhar influência internacional. Mas vê-se no centro de lutas, que são minimizadas por Arnaud Danjean. O eurodeputado popular afirma: “Acredito que a voz da Europa conta. Acredito que os Estados membros compreenderam isso e é, por isso, que observam de perto a evolução do Serviço de Acção Externa, não para o bloquear, não para o contrariar, mas para criar, verdadeiramente, algo eficaz, algo que seja uma mais-valia”.

Nos primeiros três meses de mandato, Catherine Ashton foi muito criticada. Agora terá de provar que é capaz de criar as boas bases para um serviço diplomático.