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Lituânia festeja 20 anos de independência

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Lituânia festeja 20 anos de independência

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É com pompa e circunstância que a Lituânia festeja o 20º aniversário da restauração da independência, que marcou o começo do fim da ex-União Soviética.

Como sublinhou a presidente lituana, Dalia Grybauskaite, na cerimónia no Parlamento, ali se deu o voto decisivo ao fim da tutela da república soviética, no dia 11 de Março de 1990.

O mais meridional dos três Estados já fervilhava com um movimento oposicionista desde a década de 60, com reivindicações de liberdade política e religiosa. Em meados da década de 80, a orientação reformista do dirigente soviético Mikhail Gorbatchov possibilitou o aumento das dissidências.

Depois do voto decisivo, o novo Parlamento elegeu Vytautas Landsbergis, do Sajudis, como presidente. Em 1991 foi proclamada a independência da Lituânia, que tem fronteira, a Norte, com a Letónia, a Leste e a Sul com a Bielorrússia, a Sul com a Polónia, a Sul e a Oeste com o enclave russo de Kaliningrado e a Oeste com o Mar Báltico.

O documento consagrou que o país passava a ser governado por princípios democráticos, com Vilnius como capital.

Os blindados soviéticos ainda cercaram a televisão em 1991, e, apesar do fim da tensão, só abandonaram a Lituânia em 1993.

A Islândia foi o primeiro país a reconhecer a independência e a Suécia foi o primeiro país a abrir uma embaixada. Os Estados Unidos da América e outros países ocidentais nunca reconheceram as reivindicações da URSS.
Em 2004, a Lituânia aderiu à União Europeia.