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Israel tenta evitar crise diplomática com os Estados Unidos

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Israel tenta evitar crise diplomática com os Estados Unidos

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O governo israelita assegurou os Estados Unidos e a União Europeia de que não está a acelerar a colonização nos territórios palestinianos.

Uma forma de tentar acalmar a tensão diplomática dos últimos dias, depois de Israel ter anunciado a construção de 1600 fogos numa colónia em Jerusalém-Leste, no mesmo dia da visita do vice-presidente norte-americano ao país.

O principal conselheiro de Barack Obama, David Axelrod, corroborou a condenação da secretária de Estado Hillary Clinton, considerando o gesto de Israel como, “uma afronta e um insulto. Esta decisão parece ter como objectivo perturbar a retoma do diálogo de paz entre palestinianos e israelitas”.

A crise entre os dois países aliados levou ontem o primeiro-ministro Benjamin Nethaniau a lamentar o sucedido.

A imprensa israelita apontava ontem culpas aos partidos ultra-ortodoxos na coligação de Nethaniau, opostos ao congelamento da expansão das colónias, exigido pelos palestinianos.

À crise diplomática soma-se um aumento da tensão em Jerusalém-Leste onde estão previstas novas manifestações de palestinianos esta segunda-feira.

O enviado especial norte-americano e a responsável da diplomacia europeia viajam esta semana ao Médio Oriente para relançar as discussões de paz entre palestinianos e israelitas.