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Astakhov: "opinião da criança deve ser respeitada"

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Astakhov: "opinião da criança deve ser respeitada"

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Tem sete anos. A mãe é russa, o pai finlandês. Mas o facto de ter uma família não impediu que fosse parar a um orfanato.

Tudo porque os serviços sociais filandeses temiam, que a progenitora levasse a criança para a Rússia.

O rapaz fugiu da instituição de acolhimento e voltou a casa. A mãe recusa entregá-lo às autoridades.

O caso está, agora, nas mãos da justiça. A primeira audiência está marcada para Agosto.

A situação da criança está no topo da agenda do encarregado de Direitos da Criança do governo russo de visita à Finlândia.

“Os inspectores investigam a situação e perguntam a opinião da criança, mas ninguém leva isso em conta. Porquê, se a convenção dita claramente que a opinião da criança deve ser respeitada. O Robert chora e grita, mas na Finlândia ninguém o ouve” afirma Pavel Astakhov.

Na semana passada, a avó da criança pediu ao Presidente e chefe de Governo russos para que ajudem o neto a regressar ao país.

O pai da criança mostrou-se, entretanto, disposto mudar de nacionalidade e a viver com a família na Rússia.