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FMI e Banco Mundial lançam avisos à China

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FMI e Banco Mundial lançam avisos à China

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As potências económicas mundiais precisam de cooperar mais para vencer a crise. É o que diz o director do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn.

O homem-forte do FMI foi ao Parlamento Europeu pediu mais empenho na luta contra os desequilíbrios e falou do ritmo a que as grandes economias estão a saír da recessão: “Obviamente, há uma recuperação a várias velocidades. Parece claro que na maioria das economias avançadas, esta recuperação é muito frágil e repousa, sobretudo, nos apoios públicos, já que a procura privada continua fraca”.

Strauss-Kahn deixou um recado especial à China, no que toca à cotação do yuan. Diz que uma nova apreciação da divisa chinesa vai ajudar a reduzir os desequilíbrios, mas que essa subida na cotação da moeda vai acontecer naturalmente se a procura doméstica continuar a subir.

Isto numa altura em que se teme um sobre-aquecimento da economia chinesa.

Louis Kuijs é economista no Banco Mundial: “Com base nos dados actuais, com o impulso que a economia está a ter neste início de ano, podemos aumentar as nossas previsões e apontar para um crescimento de 9,5% no PIB este ano”.

O Banco Mundial aumentou as previsões de crescimento e de inflação para a China, relativas a este ano. Recomenda uma subida nas taxas de juro, para conter esta subida nos preços e evitar o sobre-aquecimento económico.