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Israel e EUA promovem reaproximação


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Israel e EUA promovem reaproximação

Israel e os Estados Unidos tentam ultrapassar a crise diplomática, num dia marcado por confrontos entre palestinianos e soldados israelitas em Jerusalém Leste.

O anúncio da expansão de colonatos esteve na origem da violência e tem alimentado as divergências com Washington. Telavive fez um apelo à calma e o ministro israelita do Interior disse acreditar que “as relações entre Israel e os Estados Unidos vão voltar ao que eram”, pois “existe uma amizade longa e histórica”.

Um dia depois de o embaixador israelita em Washington ter falado na “pior crise dos últimos 35 anos”, Hillary Clinton apostou em palavras reconciliadoras.

A secretária de Estado norte-americana disse que os dois países têm uma relação “estreita e indestrutível” e estão “empenhados em conversações muito activas sobre as medidas necessárias para demonstrar o compromisso com o processo” de paz. Clinton acrescentou que ambos têm feito “um esforço importante”, pois sabem o “quão difícil” é a situação.

Em périplo pelo Médio Oriente, a nova chefe da diplomacia europeia manifestou-se preocupada com os confrontos em Jerusalém Leste.

No Líbano, Catherine Ashton apelou à retoma das negociações israelo-palestinianas mediadas pelos Estados Unidos e reafirmou a determinação dos Vinte e Sete a colaborar nos esforços de paz.

Ashton deverá passar ainda por Israel e pelos territórios palestinianos, tendo mesmo confirmado a visita à Faixa de Gaza.

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