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Andaluzia aprova lei da morte digna

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Andaluzia aprova lei da morte digna

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A Andaluzia aprovou a primeira lei da morte digna em Espanha.

A partir de agora, o doente pode recusar um tratamento que prolongue a sua vida. Os profissionais de saúde devem respeitar a decisão, independentemente dos próprios valores pessoais ou religiosos.

Agora, a Conselheira Regional para a Saúde quer levar a regulamentação dos direitos do paciente na fase final da vida ao governo central. Maria Jesus Montero sublinhou que “uma vida digna merece uma morte digna. É isso que a lei tenta garantir e proteger”, disse.

A lei foi aprovada pelo Partido Socialista, Izquierda Unida e Partido Popular. Mas o PP forçou a votação em separado de três artigos.

Ana Corredera, deputada do PP, defende que a lei deveria contemplar “o direito à objecção de consciência” por parte dos médicos e enfermeiros. Além disso, o PP queria uma regulamentação sobre as comissões de ética nas unidades de saúde e o respeito pela liberdade individual.

A lei prevê ainda que os pacientes na fase final da vida tenham quartos individuais, tanto em instituições públicas como privadas, e possam ser acompanhados pela família.