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Camisas vermelhas prosseguem braço-de-ferro na Tailândia

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Camisas vermelhas prosseguem braço-de-ferro na Tailândia

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O número de manifestantes tem vindo a diminuir na Tailândia, mas a tensão aumenta à medida que o tempo passa.

De acordo com um porta-voz do exército, a partir desta segunda-feira, os oficiais estarão armados nos locais de barragem aos manifestantes e à frente dos edifícios do governo e das casernas militares. A mesma fonte garante que os militares, esses, não terão armas.

As manifestações dos camisas vermelhas decorrem há 12 dias, de forma pacífica, mas têm-se registado explosões em diversos locais de Banguecoque, nomeadamente junto das casernas militares.

Os partidários da Frente Unida para a Democracia contra a Ditadura exigem a demissão do primeiro-ministro e o regresso ao poder do antigo chefe do governo, Thaksin Shinawatra.

Muitos tailandeses não acreditam que a situação seja fácil de negociar:
“Acho que a negociação vai ser difícil. Ouvi dizer que Abhisit vai usar alguém para negociar. Penso que deveria ser ele a negociar pessoalmente”, afirma um cidadão.

O primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva, prometeu que não usaria a força, mas também não quer dissolver o parlamento; condição imposta pelos manifestantes para as negociações.