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Greve da British Airways continua apesar de sindicatos aceitarem diálogo

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Greve da British Airways continua apesar de sindicatos aceitarem diálogo

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Metade dos voos da British Airways a partir do aeroporto londrino de Heathrow ficaram em terra, no terceiro dia de greve do pessoal de cabina.

Apesar dos sindicatos falarem numa adesão maciça e centenas de voos cancelados desde sábado, a companhia britânica afirmou que nos restantes aeroportos o efeito do protesto é reduzido.

Para garantir certas ligações, a British Airways recorreu a aviões e tripulantes fretados à “low-cost” Ryanair.

O líder do sindicato Unite – o mais poderoso do sector – diz que “basta olhar para o aeroporto [de Heathrow] para ver o número de caudas em terra. Basta saber o quanto custa à British Airways voar com aviões de outras companhias: uma fortuna, dezenas de milhões de libras em rendimentos perdidos. É um desastre”.

Na origem da greve está o plano de contenção de custos da transportadora.

Os trabalhadores descargam a ira sobre o dirigente da British Airways, Willie Walsh, revoltados com a decisão de reduzir o número de tripulantes nos voos de longo curso e congelar salários.

Ainda assim, os sindicatos ofereceram-se para voltar às negociações para evitar uma nova paralização, a partir do dia 27.