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Ajudas à Grécia vistas nas ruas de Berlim

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Ajudas à Grécia vistas nas ruas de Berlim

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As sondagens mostram que o público alemão se opõe maioritariamente a que Berlim “abra os cordões à bolsa” por Atenas.

Ainda assim, nas ruas da capital podem encontrar-se opiniões divergentes.

“Teremos de esperar para ver se a Grécia consegue ou não sair por si só da crise e, depois, podemos negociar. Por isso por agora diria não”.

“Somos uma comunidade internacional e é importante que nos apoiemos. Sim, penso que seria importante”.

Como seria de esperar, entre a diáspora grega de Berlim o consenso é geral: como “elemento forte” da Zona Euro, a Alemanha deve unir-se aos parceiros europeus para ajudar Atenas.

“Há sempre problemas nas famílias. A Europa tem actualmente um problema, que precisamos de resolver. A Alemanha é o parceiro mais forte, por isso deveria ajudar os mais fracos”.

Alguns analistas defendem que a posição da chanceler alemã não é orientada pelo eleitorado, mais sim pela intenção de manter uma Europa forte com uma moeda estável.