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Chile recorda tragédia, um mês depois

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Chile recorda tragédia, um mês depois

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Um mês depois, o presidente chileno juntou-se a centenas de habitantes de Concepcion para recordar as vítimas do sismo de 27 de Fevereiro. Um abalo de magnitude 8.8, seguido de um tsunami, que deixou centenas de mortos.

A população reuniu-se junto à catedral de Concepcion, à mesma hora em que a terra tremeu há um mês.

“Vem-nos à memória o amanhecer do 27 de Fevereiro que foi muito difícil para muitas pessoas e, especialmente, para os que perderam os seus entes queridos”, afirmou Sebastian Pinera aos jornalistas. “Mas estou convencido de que a melhor maneira de os recordar e de os honrar é mantermo-nos de pé”, concluiu.

Uma vontade difícil, já que um mês depois o rasto de destruição mantém-se. Em Talcahuano, 547 km a sul de Santiago, o sismo e o tsunami cicatrizaram as ruas, as casas ou o porto. O medo, esse, está ainda bem presente.

Desde 27 de Fevereiro, foram registadas mais de 300 réplicas, muitas das quais com magnitudes superiores a cinco na escala de Richter.