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Ataques em Moscovo: Lavrov apela a maior cooperação internacional

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Ataques em Moscovo: Lavrov apela a maior cooperação internacional

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Em Moscovo, tal como noutras grandes cidades russas, a presença policial é hoje particularmente notória, enquanto decorrem as investigações sobre as origens dos atentados.

O presidente Dmitri Medvedev ordenou ontem o reforço das medidas de segurança em todo o país.

O chefe da diplomacia, que evocou a possibilidade de os responsáveis estarem fora das fronteiras da Federação Russa, sublinhou a importância da cooperação internacional.

Sergei Lavrov disse que os acontecimentos “reforçam a necessidade de uma coordenação ainda maior dos esforços internacionais para que os terroristas – aqueles que organizam, planificam e pagam por actos de terrorismo – não se possam sentir seguros em nenhum lado”.

Os ataques não foram reivindicados, mas o chefe do FSB – os serviços secretos russos – ligou-os aos rebeldes do Cáucaso do Norte.

Depois de visitar os locais da tragédia, o líder do movimento Solidariedade, na oposição, defendeu que “a política do regime no Cáucaso falhou”. Boris Nemtzov disse que “enquanto não mudarem de rumo, não conseguirão derrotar o terrorismo. Os serviços de segurança […] lutam contra a oposição e os protestos da população, mais do que combatem os terroristas”.

Uma fonte anónima nos serviços de segurança disse que as bombistas suicidas já foram identificadas, assim como outras duas mulheres que as acompanharam até ao metro, enquanto um terceiro cúmplice é procurado.