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Da guerra da Chechénia à insurreição no Cáucaso do Norte

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Da guerra da Chechénia à insurreição no Cáucaso do Norte

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Hoje, olhando para as pacatas ruas de Grozny não se poderia adivinhar que, nos anos 90, a capital da Chechénia foi palco de duas guerras sangrentas. Oficialmente, a segunda guerra da república independentista terminou há 10 anos, com a chegada de Vladimir Putin, ao poder.

Mas os rebeldes chechenos que sobreviveram, radicalizaram-se e mudaram de território. A rebelião alastrou-se à região do Cáucaso do Norte. As repúblicas do Daguestão, da Inguchétia e da Ossétia do Norte, sobretudo, enfrentam permanentemente uma insurreição dos rebeldes, à qual se aliaram os islamitas radicais.

E embora, nos últimos tempos, não tenham atacado Moscovo, estes terroristas reivindicam regularmente atentados perpetrados contras polícias e tropas russas estacionadas nestas regiões, mantendo assim o Kremlin permanentemente sob pressão.