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Facção militar guineense mantém durante horas primeiro-ministro em detenção domiciliária

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Facção militar guineense mantém durante horas primeiro-ministro em detenção domiciliária

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Os militares da Guiné Bissau reiteraram esta quinta-feira o respeito pelo poder político, horas depois de terem obrigado o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior a permanecer em casa sob vigilância. O que aconteceu durante algumas horas.

Mas antes da libertação, os simpatizantes do chefe de Governo manifestaram-se à porta da sua residência oficial. Dezenas de militares controlavam o local.

A comunidade internacional está bastante atenta ao desenrolar da situação em Bissau. A França teme que a tensão promova mais instabilidade na Guiné Conacri.

O chefe das forças armadas, José Zamora Induta, continua detido. António Indjai, vice-chefe das Forças Armadas, assumiu-se como o líder militar do país.

Apesar da instabilidade, as ruas estão “tranquilas” e o pequeno comércio continua aberto.

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. António Bragam afirmou que os mais de dois mil portugueses residentes, na maioria em Bissaum, estão bem.