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"Camisas vermelhas" não "desarmam" do protesto pacífico

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"Camisas vermelhas" não "desarmam" do protesto pacífico

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O braço de ferro continua. Pelo quarto dia consecutivo, milhares de “camisas vermelhas” mantêm a ocupação da principal zona comercial de Banguecoque.

Ao mesmo tempo, organizaram uma manifestação noutro bairro onde estão os principais bancos. O protesto tinha sido cancelado para evitar confrontos com as autoridades, mas um porta-voz dos militares garantiu na televisão que não haveria repressão, apesar de milhares de soldados e polícias estarem mobilizados.

Por isso, os manifestantes avançaram para ruas onde os protestos estavam proibidos, cumprindo as ordens dos seus líderes de quebrarem as barreiras policiais pacificamente.

Esta é a quarta semana consecutiva de protestos. Os manifestantes – que apoiam o antigo primeiro-ministro no exílio, Thaksin Shinawatra – exigem a dissolução do Parlamento e a convocação de eleições imediatas. O primeiro-ministro, Abhisit Vejjajiva, apoiado pelas Forças Armadas, disse sim ao escrutínio antecipado, mas só em Dezembro. O que não agrada aos “camisas vermelhas” que consideram que Vejajiva chegou ao poder de forma ilegítima, em Dezembro de 2008.