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Quirguistão a ferro e fogo

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Quirguistão a ferro e fogo

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Do Quirguistão chegam informações contraditórias: O ministro do Interior teria sido morto, segundo fontes do ministério, citadas pelas agências noticiosas. Pouco depois, outras fontes ministeriais vieram desmentir a morte de Moldomussa Kongantiev, que terá sido feito refém pelos manifestantes.

Pelo menos 17 pessoas terão morrido, nos confrontos entre os opositores ao governo e as forças da ordem. Os serviços de socorro falam em mais de 50 mortos. Contam-se também uma centena e meia de feridos.

Cerca de um milhar de manifestantes terá invadido a procuradoria-geral do Quirguistão. As duas televisões públicas do país já tinham sido tomadas pelos manifestantes. As emissões estão cortadas. E, segundo o site de microblogging Twiter, os telemóveis não captam o sinal de rede.

O governo declarou o estado de emergência.

Bichkek, a capital, é palco de confrontos que se alastram a várias outras cidades do país.

Os manifestantes reclamam a demissão do chefe de Estado, que acusam de autoritarismo. Kourmanbek Bakiev tinha chegado ao poder em 2005, após a violenta Revolução das Túlipas.