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Jurista argentino apoia Baltazar Garzon

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Jurista argentino apoia Baltazar Garzon

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O apoio ao juiz Baltazar Garzon começou em Espanha, com manifestações em Madrid, mas está a internacionalizar-se.

Em frente da Audiência Nacional, cidadãos comuns, mobilizados pelas organizações de defesa dos direitos humanos, continuam a manifestar apoio ao juiz que permitiu a investigação dos crimes do franquismo.

O mais recente apoio veio da Argentina, de um advogado que interveio no processo das mães da Praça de Maio, que procuram saber o destino de filhos e netos desaparecidos, durante a ditadura de Rafael Videla.

Carlos Slepoy acha que a justiça espanhola está a violar princípios da justiça universdal:

“Vai-se pedir um inquérito aos delitos de genocídio cometidos pela ditadura do general Franco, desde a guerra civil, até às primeiras eleições democráticas, em Espanha. E tudo isso se pode fazer, graças a um princípio da jurisprudência univerdal”.

O magistrado argentino levou o seu apoio mais longe. Em artigos de opinião publicados no New York Times e no britânico The Guardian questiona a justiça espanhola, por ter processado Garzon.

O lider da Audiência Nacional é acusado de violar a lei da esponja, ao permitir uma investigação aos crimes da ditadura franquista.

O processo a Bartazar Garzon é uma injustiça, dentro da justiça espanhola, escreve Caelos Slepoy