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Vaticano "absolve" John Lennon

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Vaticano "absolve" John Lennon

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O tempo resolve muita coisa e o Vaticano acaba de anunciar que “absolveu” os Beatles de um pecado com 44 anos.
 
Em 1966, John Lennon disse, numa entrevista, que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo.
 
Não caiu o Carmo, muito menos a Trindade, mas o Vaticano abanou, de indignação.
 
Por todo o mundo, multiplicaram-se as homilias de condenção dos Beatles e da heresia de Lennon.
  
Mas o Osservatore Romano, o orgão oficial do Vaticano, diz que a blasfémia não é assim tão grave. Uma atitude explicada pelo editor-chefe, Giovanni Maria Vian : “O Ossevartore Romano comenta que na realidade, não foi assim tão escandaloso, porque o fascínio de Jesus é tão grande qure atraiu esses novos herois do tempo”.
 
O jornal diz ainda que aquela frase assassina é coisa do passado e a música dos Beatles é eterna.
 
A absolvição das quatro almas de Liverpool já era esperada. Há um mês, o Osservatore Romano tinha classificado o album “Revolver”, como um dos 10 melhores da história da pop-rock.