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Daimler abandona negócios com o Irão

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Daimler abandona negócios com o Irão

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A Daimler cortou os laços que tinha com o Irão. A casa-mãe da Mercedes seguiu o pedido do presidente norte-americano Obama para isolar o país, em forma de sanção pelo programa nuclear.

Estas sanções, apoiadas pela chanceler alemã Angela Merkel, foram seguidas também por outras empresas do país, como a Siemens ou as seguradoras Munich Re e Allianz.

Este novo passo segue-se à decisão, tomada há um ano, de deixar de fornecer peças à Khodro, a principal construtora automóvel do Irão.

A decisão foi anunciada pelo presidente do grupo, Dieter Zetsche, na assembleia-geral da Daimler: “À luz dos recentes desenvolvimentos políticos, vamos ajustar as nossas relações de negócios com o Irão. Isso significa abandonar a participação de 30% que temos na filial de fabrico de motores da empresa iraniana Khodro Diesel”.

Zetsche aproveitou esta assembleia-geral para apresentar previsões muito optimistas em relação aos resultados deste ano. A Daimler prevê duplicar o ritmo de crescimento das vendas e espera um lucro operacional de 2,3 mil milhões de euros.

No ano passado, as vendas da Mercedes, a principal marca do grupo, tiveram um crescimento de 27%. Todas as divisões do grupo voltaram a números positivos e os accionistas vão receber dividendos este ano.