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Lutar contra o tempo e salvar pessoas

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Lutar contra o tempo e salvar pessoas

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A tarefa é gigantesca e quase impossível. Mas apesar dos obstáculos, como a inacessibilidade e falta de equipamento, as equipas de resgate não desistem de procurar sobreviventes do sismo de quarta-feira na China.

De acordo com dados oficiais, o tremor de terra provocou pelo menos 617 mortos e quase 10 mil feridos. Há centenas de desaparecidos.

É uma luta contra o tempo que nalguns casos dá frutos, como aqui, uma rapariga resgatada com vida dos escombros de uma escola.

“Durante o salvamento prendemos bem as pernas dela, que estavam esmagadas por uma estrutura e tinham uma grande pressão sanguínea Se não o fizéssemos, o sangue regressaria para o coração e provavelmente ela morria de imediato. Ela está consciente.”

Vários edifícios públicos, incluindo escolas, desmoronaram-se por completo.

O sismo, com uma magnitude de 6.9 graus na escala de Richter, teve epicentro no distrito de Yushu, localizado a mais de mil metros de altitude e desde quarta-feira têm-se registado várias réplicas.

Mais de 100 mil pessoas estão deslocadas. Há escassez de tendas e alimentos. As noites são muito frias.

O governo chinês anunciou ter canalizado 29 milhões dólares em ajuda. O primeiro-ministro Wen Jiabao chinês desloca-se esta noite à região.