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Aumenta para 1144 o número de mortos do sismo chinês

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Aumenta para 1144 o número de mortos do sismo chinês

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Campos de refugiados começam a ser erguidos na província chinesa de Qinghai. A prioridade é ainda salvar pessoas soterradas nos escombros do sismo de quarta-feira mas o perigo aumenta para os que sobreviveram. Frio, fome, sede e doenças estão à espreita daqueles que perderam tudo.

Mais ainda, começam a surgir relatos de pilhagens e protestos pela lentidão na distribuição da ajuda.

Existem pelo menos 11 mil feridos, 1000 dos quais em estado grave. De acordo com fontes oficiais, estão contabilizados 1144 mortos, vítimas do abalo que atingiu os 6,9 graus na escala de Richter com epicentro em Yushu.

Apesar das dificuldades, o sucesso em retirar dos destroços pessoas com vida dão um sopro de motivação aos envolvidos nas operações de resgate, desde militares a monges tibetanos.

Religiosos de várias dezenas de mosteiros ajudam nas tarefas de salvamento sem qualquer tipo de maquinaria.