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Número de mortos do sismo chinês sobe para 791

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Número de mortos do sismo chinês sobe para 791

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Aumenta o número de vítimas mortais do sismo de há dois dias na China mas o resgate de pessoas com vida também dá frutos.
 
O novo balanço oficial aponta para 791 mortos, pelo menos 11 mil feridos, mais de 200 desaparecidos e 100.000 desalojados.
 
Monges budistas ocorrem aos locais para ajudar nos esforços de salvamento ao mesmo tempo que equipas das forças armadas e da protecção civil continuam a chegar à zona afectada pelo sismo.
 
A zona em redor ao epicentro do sismo de 6,9 graus na escala de Richter, em Yushu, situa-se a 4 mil metros.
 
O ar rarefeito é um dos factores de dificuldade acrescida para os trabalhos de auxílio.
 
O primeiro-ministro chinês Wen Jiabao está no terreno desde ontem, a assistir não só ao auxílio mas também à destruição.
 
A cada dia que passa diminuem as hipóteses de se encontrar pessoas com vida debaixo dos escombros e as condições de vida das centenas de milhares de sem abrigo agrava-se, face às temperaturas negativas, ao risco de doenças devido aos corpos em decomposição, e à fome e sede.