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Alternativos não superam falta dos aviões

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Alternativos não superam falta dos aviões

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Os transportes franceses tiverem um domingo de grande labor, para suprir a falta de aviões, por exemplo, com destino a Londres.

O Eurostar ofereceu, aos passageiros bloqueados, oito comboios suplementares, sem conseguir resolver o problema na totalidade.

Na Gare de Leste, em Paris, já se pediam 300 euros, por uma viajem até Viena da Áustria, segundo uma joven austríaca:

“Nós fizemos uma reserva por cerca de 300 euros, por pessoa. E isso é muito caro para nós. Esperamos que a nossa seguradora nos pague este bilhete”.

O regresso a Londres também ficou caro a Tim Noble, um inglês de 52 anos. Como o ferry boat só tinha lugares disponíveis para ciclistas, ele viu-se obrigado a comprar uma bicicleta, para poder entrar no ferry.

Uma história de Almanaque.

Em Espanha, havia turistas alemães conformados, com a falta do avião. Quem não tem cão, caça com um gato:

“Ofereceram-nos a possibilidade de irmos de autocarro. Agora, hoje. E chegaremos amanhã à Alemanha, de autocarro. É melhor ir num caracol, como um autocarro, que esperar por um avião que não voa. Por isso, vamos apanhar o autocarro”, disse um turista.

Os efeitos desta crise já se sente também nos aeroportos norte-americanos.

Há muitos voos cancelados para a Europa e turistas reféns da situação.

Muita gente ficou em terra, no aeroporto de Dulles, na Virgínia, sem meios para contornar o problema. E ofertas inesperadas:

“Nós vivemos em Viena, talvez a uns 20 minutos do aeroporto e pensámos que pode haver alguns europeus bloqueados no aeroporto e nós temos dois quartos de hóspedes. Pensámos vir aqui para ajudar alguém, dar-lhe um lugar para dormir e um chuveiro. Podemos levá-los e depois trazê-los aqui rapidamente, quando tiverem voo para sair”.

A oferta de dois quartos, claramente superada pela procura.

A gare do aeroporto transformou-se em camarata.