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Companhias questionam medidas de precaução

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Companhias questionam medidas de precaução

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De mãos atadas, as companhias aéreas tentam fazer frente à nuvem de cinzas que paira sobre a Europa através de voos de ensaio.

Com perdas de milhões de euros, alguns operadores perguntam mesmo se não há excesso de zelo por parte dos governos.

As autoridades pedem precaução.

“Claro que compreendemos as críticas das companhias aéreas. Estão a ter perdas astronómicas. Para nós é uma estreia. Nunca tal tinha acontecido e assim sendo a nossa única fonte foi uma organização que estuda vulcões, na Grã-Bretanha, e tivemos de apoiar as nossas decisões nisso”, diz Axel Raab, porta-voz da autoridade de controlo do tráfego alemã.

Do continente europeu partiram ontem cerca de cinco mil voos.

Milhares de pessoas continuam retidas nos aeroportos. Em alguns hospitais foram canceladas cirurgias por falta de equipas médicas.

Esta tarde, os ministros europeus dos transportes reúnem-se para delinear uma estratégia concertada.

A gigantesca nuvem de poeira mineral estende-se desde o Círculo Polar Ártico, no norte da Islândia, para a costa mediterrânica francesa, no sul e para a Rússia, no leste.