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Nuvem de cinzas adia votações no Parlamento Europeu

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Nuvem de cinzas adia votações no Parlamento Europeu

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A nuvem de cinza paralisou os aeroportos e deixou o Parlamento Europeu a funcionar a meio-gás. A falta de centenas de deputados levou ao adiamento das votações previstas para a sessão plenária mensal, agendada para esta semana.

Segundo fontes parlamentares, na segunda-feira, tinham chegado a Estrasburgo mais de metade dos 736 deputados.

“Teria sido um pouco injusto votar, sabendo que a maior parte dos deputados gregos, irlandeses, espanhóis ou dos países bálticos não estão em Estrasburgo, porque para eles foi impossível chegar à cidade”, explicou o porta-voz do Parlamento Europeu, Jaume Duch.

As dificuldades para viajar a partir de alguns países levaram a Conferência de Presidentes a adiar as votações. Uma decisão que não agradou a alguns deputados europeus.

“Acho que é uma piada. Pessoalmente, eu sinto-me como uma refém política, comprimida entre as exigências do Estado francês e esta casa… há uma falta de liderança”, afirmou a deputada liberal Cecilia Wilkström.

“É uma sessão mais do que particular mesmo para um deputado francês, que veio sem grandes problemas, mesmo que tenha tido alguns pequenos atrasos nos comboios. Não esperava uma sessão como esta”, disse o socialista Stéphane Le Foll.

Na terça-feira, os deputados europeus acabaram por debater a crise aérea provocada pela nuvem de cinzas. As votações vão ocorrer, em Bruxelas, nos dias 5 e 6 de Maio.

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