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Companhias aéreas fazem contas às perdas

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Companhias aéreas fazem contas às perdas

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Quanto custou o bloqueio dos aeroportos europeus? As companhias aéreas começam a fazer as contas e a factura ameaça ser elevada, face às receitas perdidas e às despesas com os milhões de passageiros.

As companhias têm de reembolsar os bilhetes e as taxas aeroportuárias, assumir as despesas com alojamento, alimentação e viagem por outros meios de transporte. Mas neste caso estão excluídas outras indemnizações.

As regras europeias são para cumprir, como explicou Helen Kearns, porta-voz da Comissão Europeia: “Não são negociáveis e esperamos que as companhias aéreas as respeitem. Esperamos que as autoridades nacionais façam o seu trabalho e verifiquem que as leis são aplicadas. Nós, a nível europeu, acompanhamos a situação com muita atenção.”

Segundo a Associação internacional do Transporte Aéreo (IATA), o vulcão custou até agora 1,26 mil milhões de euros e esta é a primeira estimativa.

Giovanni Bisignani, presidente da IATA: “Estimamos que as companhias aéreas perderam diariamente 200 milhões de dólares. É uma estimativa em baixa porque se limita a um certo número de aeroportos”.

A factura começou a ser calculada com a retoma do tráfego e o regresso de milhões de passageiros. As companhias essas não esperam pelo números finais. “O vulcão é um acto divino, mas os governos têm de assumir a responsabilidade e ajudar”, diz a IATA.