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Semana negra para os agricultores islandeses

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Semana negra para os agricultores islandeses

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O céu da Islândia mostra-se esta quarta-feira menos denso e o tráfego aéreo regressa pouco a pouco à normalidade. Os especialistas apontam para uma dimunição da erupção vulcânica no glaciar e os agricultores tentam fazer um balanço dos estragos.

As terras agrícolas a cerca de 10 a 20 quilómetros em torno do vulcão encontram-se cobertas por um espesso manto de cinzas, uma catástrofe para as culturas em início de Primavera.

“Começamos a ver as cinzas na sexta-feira, por volta das 10 horas da noite e ficou tudo escuro nas 36 horas que se seguiram, mesmo muito, muito escuro.Fomos obrigados a usar máscaras para evitar respirar as cinzas, é mau para a saúde e tivemos algum receio, não percebemos o que se passava”.

O grande problema para os habitantes da região vulcânica é a incerteza sobre o fim da erupção. Muitos perderam não só as culturas mas também alguns animais vítimas de gazes vulcânicos. “Os meus vizinhos perderam tudo, o seu trabalho e o seu meio de subsistência, não lhes resta nada. São por vezes 20 anos de vida de trabalho que desapareceram em três dias”.

Numa altura em que no céu a vida regressa à normalidade, em terra começa apenas o balanço dos prejuizos para a actividade agrícola, todo um sector que terá de buscar soluções para sair da crise.

A ameaça vulcânica essa presiste e nada impede que outras crateras se abram, nomeadamente, a do Katla, o mais perigoso vulcãoo da ilha que pode acordar nas próximas semanas.

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