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Todos os meios são bons para voltar a casa

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Todos os meios são bons para voltar a casa

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Milhares de passageiros começam, progressivamente, a regressar a casa, mas nem todos estão contentes com a forma como o retomar dos voos se está a processar.

A Associação Europeia das Linhas Aéreas (AEA) critica o Reino Unido por não estar a aplicar as decisões tomadas pelos governos europeus e fala de falta de coordenação.

O director deste organismo, David Henderson, diz-se “satisfeito com a decisão dos ministros que prometia um plano coordenado de levantamento das restrições de voo”, mas “insatisfeito com a forma como ela foi implementada, sem qualquer coordenação”.

Na verdade, cada país faz o que pode para tentar repatriar os seus cidadãos. Madrid tornou-se na plataforma de partida para toda a Europa. Daqui saíram, esta terça-feira, centenas de autocarros e o fluxo continua.

De Espanha para a Finlândia, alguns partem para viagens onde a terra é o limite: “Eu vou para Copenhaga e de Copenhaga para Estocolmo. Em Estocolmo temos que apanhar um barco durante a noite – passamos toda a noite no barco. Temos pela frente mais de 40 horas de viagem”, explica uma cidadã finlandesa.

A alternativa ao autocarro é o barco. Centenas de britânicos foram já recolhidos em portos espanhóis por navios da marinha enviados pelo governo de Londres.

Mas há quem – como uma turista americana – leve na bagagem a história de uma inesperada volta ao mundo e a certeza de que esta será uma viagem inesquécível:

“Nós fomos de carro de Florença para Ancona, onde apanhámos um barco para Atenas, depois teremos que voar para Telavive e, a seguir, voamos de regresso a Nova Iorque. Não deveremos chegar a casa antes de quinta-feira”.

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