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Alemães querem ver soldados fora do Afeganistão

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Alemães querem ver soldados fora do Afeganistão

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A opinião pública alemã mantém-se firme contra a campanha militar do seu país no Afeganistão.
A morte de soldados e os erros da guerra que vitima civis acidentalmente aumentam esta oposição. O acidente de Kunduz, onde vários civis foram abatidos por erro de tiro de soldados alemães valeu a demissão ao ex-ministro da Defesa e um grande escândalo no país.

As perdas militares dos últimos dias, soldados com direito a memorial em terras afegãs, incendeia também a opinião pública, já muita crítica em relação à presença de 4.500 efectivos no terreno, o terceiro país com mais elementos na campanha afegã. Desde 2002 pelo menos 50 soldados alemães morreram nesta guerra.

O repórter da Euronews foi de Cabul até ao norte do país território controlado pelas tropas alemães, uma região grande como a Alemanha para mostrar em que condições trabalham estes militares.

A viagem segue por uma estrada que leva a Kunduz onde ocorreu a matança de Setembro passado. Aqui os militares têm como missão a reconstrução da cidade e o treino de tropas afegãs.

Depois do complexo processo eleitoral Hamid Karzai continua a dirigir o país e não exclui a possibilidade de negociar com os Taliban para ganhar a paz uma estratégia que não deixa de irritar Washington e o comando da NATO.

As forças internacionais mobilizadas no país aumentaram a presença militar em quase 40 mil para enfrentar a insurgência presente em 80% do território afegão.