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Nuvem de cinzas volta-se para Reiquiavique

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Nuvem de cinzas volta-se para Reiquiavique

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A Islândia é a mais recente vítima da nuvem de cinzas.

Uma mudança na direcção dos ventos obrigou ao encerramento dos principais aeroportos da ilha, pela primeira vez, desde que começaram as erupções.

O aeroporto de Reiquiavique está deserto e assim deverá continuar até ao início da manhã deste sábado.

O vulcão fica a cerca de 120 quilómetros da capital. Começou a expelir lava e cinzas há oito dias. Desde então, milhares de passageiros lutam para chegar a casa.

O cenário repete-se. Não só na Europa, mas em todo o mundo. Estas pessoas estão retidas na Ilha da Reunião. Acusam as companhias aéreas de incúria.

“Disseram-nos: os voos regulares vão ser tratados com prioridade, por isso não podem fazer nada por si. Se se puder pagar um bilhete de mil euros, então escolha outra companhia”.

“Temos mais alguma maneira de comunicar a não gritando, para os fazer vir ao nosso encontro”.

Nos últimos dias, mais de sete milhões de pessoas ficaram retidas nos aeroportos europeus.

Cancelaram-se perto de cem mil voos e registaram-se perdas milionárias.