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Arménios recordam mortos do massacre de Yerevan

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Arménios recordam mortos do massacre de Yerevan

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Dezenas de milhares de arménios deslocaram-se ao memorial de Yerevan, capital da Arménia, para recordar as vítimas que morreram às mãos dos turcos na primeira Guerra Mundial.

O presidente arménio, Serzh Sarkisian, sublinhou, durante um discurso, que é inevitável considerar este episódio da história como um genocídio.

Vários países, entre eles os Estados Unidos, manifestaram-se publicamente nesse sentido.

Um grupo de intelectuais turcos apelou aos conterrâneos para se juntarem num minuto de silêncio à cerimónia, como forma de pressão para que as autoridades turcas reconheçam o genocídio.

As mortes ocorreram há 95 anos. Mais de milhão e meio de pessoas morreram, embora a Turquia reconheça até 500 mil vítimas. Ancara afirma que as vítimas morreram no âmbito da guerra, recusando de forma veemente a classificação de genocídio.