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Rumo a um serviço diplomático europeu

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Rumo a um serviço diplomático europeu

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O serviço diplomático da União Europeia deve ter os contornos definidos até ao final do ano. A capital do Luxemburgo acolheu a reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 na segunda-feira, onde foi concluída a primeira etapa de uma longa maratona negocial.

A alta-representante para as Relações Externas da União Europeia, a britânica Catherine Ashton, reclamou para a Europa “um serviço de acção externa que ajude a União a dar uma resposta distinta no século XXI. Um serviço que juntará as instituições europeias, que permita dar respostas coordenadas e promover políticas abrangentes.”

O projecto de um serviço de acção externa da União Europeia nasceu com o Tratado de Lisboa. A reunião desta segunda-feira permitiu criar um primeiro esboço de organigrama. Cerca de 5000 funcionários poderão fazer parte do braço diplomático da UE. Os Estados-membros, a Comissão e o Conselho Europeu deverão fornecer, em partes iguais, o essencial do futuro corpo diplomático.

O projecto vai agora ser discutido com o Parlamento Europeu cuja aprovação é essencial no que respeita ao futuro estatuto dos funcionários e ao orçamento do serviço diplomático.