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Crise na Grécia

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Crise na Grécia

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Os confrontos dos manifestantes gregos com as forças policiais degeneraram em violência frente ao Parlamento.

Durante todo o dia, milhares de pessoas manifestaram-se no centro de Atenas, depois de convocadas por vários sindicatos que se opõem ao plano de austeridade anunciado pelo governo grego para poder obter ajuda do FMI e da UE.

“Quando a injustiça se converte na única via, a resistência é um dever”, lia-se num dos muitos cartazes empunhados numa das manifestações.

Centenas de professores do ensino particular também protagonizaram uma marcha até ao parlamento, onde uma delegação foi autorizada a entregar uma lista de reivindicações.

Uma reformada queixa-se de “não poder viver com 500 ou 600 euros por mês… e agora chegam e ainda querem mais? Como nos poem ajudar? Os jovens estão desempregados…não dá para compreender…”

Antes, cerca de 200 militantes comunistas ocuparam durante horas a Acrópole de Atenas, onde exibiram um cartaz gigante convocando a mobilização.

Rapidamente,milhares de pessoas afluiram
O sindicato Adedy, com 375 mil filiados, e a Confederação geral dos Trabalhadores gregos, com um milhao de sindicalizados, convocaram uma terceira manifestação e uma greve de 48 horas no sector público.